Operação mãos limpas

Não sou de acumular coisas. Sempre que há algum objeto que deixa de ser usado, roupa que não serve, livro que não interessa guardar, dou-lhe outro destino que não seja ficar num caixote a ocupar prateleiras ou armários. E hoje em dia não faltam sítios onde o lema “o lixo de um homem é o tesouro de outro” pode ser posto em prática. Instituições de solidariedade, sites como o freecycle ou de compra e venda como o olx ou o custojusto, grupos de trocas no facebook, lojas de artigos usados, alfarrabistas, bookcrossing e bibliofeira, enfim, a lista é interminável.

Dito isto não gosto de deitar nada ao lixo, a não ser o que é mesmo lixo, ou seja, aquilo que não vai para o compostor, já não pode ser reutilizado nem serve para a reciclagem – e há tantas coisas que podem ser recicladas, além da trilogia papel/vidro/embalagens: óleo vegetal, rolhas de cortiça, tinteiros, tampas de garrafas de plástico, pilhas.

Foi por isso que durante meses fui guardando os pedacinhos de sabonete que sobravam nas saboneteiras. Sabia que havia de encontrar uma forma de os voltar a utilizar. Na internet não faltam sugestões, mas optei pela via que me pareceu mais rápida e eficaz: colocar os vários pedaços dentro de um collant velho ou meia puída. E assim tenho um sabonete para usar na lavandaria. E nenhum desperdício.

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